Criação sustentável
Manejo racional de espécies como o pacu, com drenagem controlada e água corrente de nascente.
Aquicultura & Biotecnologia
Criamos, cuidamos e processamos pescado no coração do Pantanal sul-mato-grossense — unindo manejo sustentável, água de nascente e tecnologia para transformar recursos aquáticos em produtos de alto valor.
Quem somos
A Peixes do Pantanal nasce em Rochedo, Mato Grosso do Sul, dentro da Fazenda Nova Esperança — abastecida por água de nascente e cercada pelo bioma pantaneiro. É um projeto conduzido em família, que une o manejo tradicional da criação de peixes a um olhar técnico sobre cada etapa: da água que entra nos tanques até o produto que sai processado e pronto para o consumidor final.
A ideia nasceu em 2008, de uma inquietação simples: o Pantanal era mundialmente reconhecido por sua biodiversidade, mas pouco dessa riqueza virava desenvolvimento, tecnologia ou valor agregado dentro da própria região. Em 2009, um plano de negócios da Empresa Júnior da PUC-Rio formalizou a visão — e os conceitos daquele plano seguem atuais hoje: agregação de valor pelo beneficiamento próprio, produtos diferenciados, e desenvolvimento regional como finalidade, não como efeito colateral.
Hoje a operação está em fase de estruturação: povoamento dos viveiros previsto para outubro de 2026, engorda ao longo de 2027, com a primeira despesca de pacu prevista para outubro de 2027 e a primeira despesca de pintado — base do Bacalhau do Pantanal — entre novembro e dezembro de 2027.
O que fazemos
Manejo racional de espécies como o pacu, com drenagem controlada e água corrente de nascente.
Abate e frigorificação de pescado não integrado à pesca, com preservação e elaboração do produto.
Fabricação de pratos prontos congelados à base de pescado, do tanque direto para a mesa.
Distribuição atacadista de pescados e frutos do mar para parceiros comerciais.
As espécies
Piaractus mesopotamicus
Base da linha — ciclo de cerca de 12 meses, resistente e de alta aceitação regional. Primeira despesca prevista para outubro de 2027.
Pseudoplatystoma corruscans
Alto valor agregado — ciclo de 13 a 14 meses. Base do Bacalhau do Pantanal e dos cortes premium, com primeira despesca entre novembro e dezembro de 2027.
O empreendimento
Abastecimento por captação e filtragem de córrego de nascente, com drenagem por gravidade e por bombeamento conforme o tanque.
Só a produção própria, em dois lotes semestrais. Não depende de acordo externo.
Documentado, não medidoProdução própria mais captação regional de 1,5 t/mês nos dez meses sem despesca.
Documentado, não contratadoCaptação contínua ao longo do ano, com acordos firmados com criadores do entorno.
Em tratativaPlanta dimensionada para processar a partir de 1.500 kg por semana, com picos de 2.000 kg — capacidade de linha, não compromisso de fornecimento.
Compra e alojamento dos alevinos nos viveiros.
Ciclo sob assistência técnica, com manejo e biometria.
Doze meses de ciclo — o primeiro lote próprio.
De 13 a 14 meses. Base do Bacalhau do Pantanal.
Datas previstas, condicionadas ao licenciamento ambiental da criação. A indústria não espera esse calendário para operar — há plantel em crescimento nos viveiros e captação regional desde a partida.
Bioeconomia
Cabeças, vísceras e espinhaços somam de 35% a 40% do peso vivo. O licenciamento ambiental exige destinação definida para esse material — a mesma exigência que transforma passivo em matéria-prima, ideia que já estava na formulação de 2009.
42,5% de rendimento medido em vísceras de pacu, com aplicação a definir conforme o perfil.
Farinha de resíduo de filetagem já aplicada a pães, massas e snacks — alimento, não ração.
Três rotas em estudo com o SENAR para o que não vira alimento humano.
Linhas de comercialização
Lombos porcionados de 400 g a 600 g, prontos para dessalgar. Vácuo de alta gramatura, com receita no verso.
Peças inteiras espalmadas ou bandas de 1,0 a 1,5 kg. Saco liso e caixa master de 10 kg, com identificação técnica e lote.
Mantas inteiras curadas, em fardos, com caixa master de 20 kg. Corte de prateleira do fresco padronizado em até cerca de 700 g.
Mercosul e exportação
A Rota Bioceânica coloca a produção a três dias de estrada dos portos do Pacífico, atravessando Paraguai, Argentina e Chile a partir de Porto Murtinho — no mesmo estado da fazenda. Do abastecimento do Mercosul à exportação, um pescado do Pantanal passa a chegar onde antes só chegava commodity a granel.
Nossas marcas
Marca principal — aquicultura, abate e comércio de pescado de água doce.
Linha de produtos elaborados à base de pescado, inspirada na tradição do bacalhau.
Produzir peixe sempre foi apenas uma parte da missão. O propósito é uma cadeia que gera desenvolvimento, estimula os produtores da região, transforma conhecimento em inovação e posiciona o Pantanal como referência internacional em aquicultura de alto valor agregado.
Fale conosco
Dúvidas, parcerias comerciais ou interesse nos produtos — escreva para a gente.
contato@peixesdopantanal.com
Fazenda Nova Esperança — Parte 1
Rodovia MS-080, Km 13 + 6 km
Área Rural de Rochedo — Rochedo/MS
CEP 79455-899